03/03/2021

MINUTO FEPESP

É hora de os educadores refletirem com nossos jovens sobre o momento crucial que vivemos. É hora de nos aliarmos contra o golpe, a favor da democracia.

 

Depois de deglutirmos os episódios da semana que passou, protagonizados por esse cidadão que por acidente ocupa o palácio do Planalto e tem suas mãos sujas de sangue, é o momento de todas as forças políticas se engajarem e se unirem no objetivo de devolver a normalidade institucional e democrática ao nosso país.

 

Valeu a pressão dos sindicatos: a chamada ‘minirreforma trabalhista’ da MP1045 foi rejeitada no Senado por ampla maioria. Vitória dos sindicatos, derrota do governo entreguista!

 

 

Hoje, na pauta do Senado: MP1045. Mande sua mensagem para que eles votem não ou deixem caducar:
– Giordano: sen.giordano@senado.leg.br
– José Aníbal: sen.joseanibal@senado.leg.br
– Mara Gabrilli: sen.maragabrilli@senado.leg.br

 

A gestão do atual ocupante do ministério da Educação, Milton Ribeiro, consegue ser *ainda mais desastrosa do que os incapazes que o antecederam*. E além de não oferecer qualquer apoio a uma política educacional nesta época de crise da pandemia, ainda se revela *elitista* (‘a universidade é para poucos’), *derrotista* (‘que adianta faculdade se não tem emprego?’) e, agora, *preconceituoso e discriminatório* ao afirmar que escolares com necessidades especiais só atrapalham na escola. Vive nas trevas e deveria pedir demissão por incompetência.

 

 

Nos próximos dias, vamos travar batalhas importantes no Congresso Nacional. Na Câmara, por respeito a emendas no projeto de lei 5595, no Senado, pela não apreciação da medida provisória 1045.

 

Nova batalha no Senado, e dessa vez é pela rejeição do PL 5595. Lembra? Esse projeto de lei que torna a educação ‘atividade essencial’ e não para dar mais importância ao ensino, mas para aplicar um garrote nos profissionais de educação e obriga-los a dar aula presencial em qualquer situação.

 

A MP 1045, da minirreforma trabalhista, ainda tem que passar pelo Senado. O prazo é 7 de setembro. E vamos fazer força para os senadores não discutirem a MP, para que deixem a MP caducar. Votar contra é pior – nesse caso a MP ruim volta à Câmara e lá não temos maioria para derrota-la. Assim, insistimos com os senadores: deixa a MP caducar!

 

A MP 1045, da minirreforma trabalhista, traz um programa que promete emprego ao jovem, mas *tira direitos, não gera vínculo, não concede benefícios e não lhes dá nenhum futuro*: vão começar a vida profissional da pior maneira possível, como párias no mercado de trabalho. Ainda tem que aprovado no Senado. E lutaremos por sua rejeição.

 

A MP 1045 recebeu o contrabando de um substitutivo que permite o trabalho por menos do que o salário mínimo – por meio salário mínimo, na verdade – sem contrato formal, sem benefícios, sem nada. Como?

 

 

A MP 1045, da minirreforma trabalhista, tem que ser votada – rejeitada! – até 7 de setembro pelo Senado. Se for aprovada, vai fica fácil para trocar um trabalhador por alguém que ganhe menos, no programa Priori. Priori? É outro jabuti enfiado em um substitutivo que nada tem a ver com seu propósito original. 

 

 

A Medida Provisória 1045 virou um saco de maldades sem ter nada a ver com a emenda original. Agora vai ao Senado para discussão, emendas ou rejeição.

 

Mais aperto nas leis do trabalho com a votação da MP 1045: FGTS, férias, hora extra, salário, tudo cortado, para jovens e pessoal com mais de 55. Querem te vender ainda mais barato. Passou na Câmara, na surdina, mas ainda tem que ser votada no Senado. E lá faremos nossa barreira contra este aumento na exploração. 

 

Como se viu, a ameaça dos blindados fumacentos não impediu a rejeição do voto impresso. Mas nunca é demais fortalecer a defesa da nossa frágil democracia. Pelo Estado democrático de direito, pela nossa Nação – e pela defesa de eleições democráticas em 2022! 

 

Governo baixou toda as restrições ao funcionamento das escolas, e volta às aulas presenciais é motivo de preocupação se não houver o cumprimento de todos os protocolos sanitários. Agora, *você é o fiscal dos protocolos!* Se não houver cumprimento, *conte tudo aqui: proconfepesp@fepesp.org.br*

 

O Procon-SP e a Federação dos Professores estarão de olho no *cumprimento dos protocolos sanitários pelas escolas particulares* de São Paulo nesta volta às atividades presenciais decretadas pelo governo. Todos os protocolos estão no site da Fepesp para você fiscalizar. *É seu direito:* pais e professores podem denunciar as violações de forma confidencial e a Fepesp encaminha ao Procon. É a sua saúde que está em jogo!

 

Os educadores tem direito a esperar uma volta segura às atividades presenciais. As escolas devem estar preparadas para *cumprir todos os protocolos sanitários* que protejam não só os profissionais de educação, mas também as famílias dos estudantes. *Tranquilizar a comunidade escolar nas escolas particulares é também um direito do consumidor* – o consumidor de educação – e por isso a Fepesp e a Fundação ProCon irão firmar parceria.

 

A quem pode interessar sua oposição à contribuição ao sindicato? No Ensino Superior, por exemplo, acabamos de fechar a convenção coletiva que garante 50% de abobo, planos de saúde, bolsas de estudo, férias, recesso – e para isso foi necessária uma negociação dura, foi empregada a estrutura do sindicato para garantir esses direitos. Sua contribuição negocial, uma vez por ano, contribui para a força e a independência do Sindicato na negociação dos seus direitos. A quem pode interessar se opor a isso?

 

As entidades sindicais estão aí para proteger os seus direitos, defender os menos favorecidos e, no nosso caso, as professoras, os professores, os auxiliares e técnicos de ensino. *Organizamos a categoria*, chamamos assembleias, comunicamos, vamos à Justiça quando necessário – como na Educação Básica, onde instauramos *dissídio coletivo que agora tem parecer favorável do Ministério Público*, juiz designado e só aguarda a data de julgamento. Que esperamos seja em muito breve!

 

*É você quem garante a independência do Sindicato*. Não recebemos verbas do Estado, não recebemos ajuda do patrão. Dependemos da nossa união através da sindicalização e da sua contribuição negocial – decidida em assembleia, paga uma vez por ano e que ainda pode ser parcelada. *Essa é a garantia de manter os seus direitos* como professora, professor, auxiliar de administração escolar.

 

As conquistas do sindicato, na negociação dos seus direitos, valem para todas as professoras, professores e auxiliares. Sindicato é assim, todos por um! E como todos se beneficiam, todos podem – e devem – contribuir: seja com a sua sindicalização, seja com a taxa negocial deliberada por todos em assembleia.

 

O custeio da estrutura do sindicato – departamento jurídico, benefícios, assistência, comunicação, a sua defesa diante do patrão – depende da sua sindicalização. Um ato voluntário, com uma *mensalidade mensal* deliberada em assembleia, *que reverte em seu favor*. Visite o site do seu sindicato, *preencha a ficha* e proteja-se com a sua sindicalização.

 

É preciso fiscalizar todas as cláusulas dos seus direitos, comunicar o que está acontecendo, defender a professora, o professor, o auxiliar quando houver abuso, proteger todos e cada um diante do patrão – e para isso o sindicato precisa de uma estrutura.

 

Com o sindicato, todos tem os mesmos direitos. Esses direitos devem ser conquistados e – principalmente – defendidos. É preciso uma estrutura forte para isso, e isso exige *recursos*. Você sabe: os recursos do sindicato vêm da sua *sindicalização* e, também, da *taxa negocial*, uma vez por ano, decidida por todos em assembleia, pela negociação da sua convenção e do seu acordo coletivos.

 

Para ser forte, o sindicato precisa de dinheiro, que vem da sua sindicalização e – ou – da sua contribuição uma vez por ano com a taxa negocial. É isso que faz você forte, é o que faz o sindicato forte.

 

Professoras, professores, auxiliares de administração de São Paulo: *não vamos nunca nos curvar*, não vamos nos submeter aos caprichos e às vontades dos patrões. E *para manter conquistas, devemos promover a sindicalização maciça da categoria*. Manter conquistas, manter o sindicato.

 

O sindicato tem que ser *fortalecido economicamente*. É nisso que está a *importância da sindicalização* de professoras, professores e auxiliares de administração. Nossa união, nossa força, garante conquistas importantes e dá moral à categoria.

 

Nossas propostas são justas, bem argumentadas e vamos ao julgamento do Tribunal neste dissídio da Educação Básica. Vamos manter nossa posição e defender nosso ponto de vista – com o apoio das professoras, professores e auxiliares. E isso é o que demonstra a importância da sindicalização.

 

A força moral, política e econômica do sindicato é o que vai garantir o poder da categoria na negociação com as instituições. E *essa força vem dos sindicalizados*, do número de sócios e da sua participação ativa na vida do sindicato.

 

Quem te garante na negociação com o patrão? Na convenção coletiva negociada pelo seu sindicato, você tem garantidas suas férias, recesso de professores, bolsas de estudos para dependentes de professores e auxiliares, e mais. O sindicato negocia – e você faz o sindicato forte para negociar mais e melhor.

 

Este é o terceiro episódio da série *Sindicalização* aqui no minuto fepesp – e Celso Napolitano hoje apresenta o conceito de unicidade sindical – *garantida pela Constituição democrática de 1988* – e as ameaças à atuação e à liberdade sindical com a arbitrariedade do governo federal ao comprometer a sustentação financeira dos sindicatos.

 

Suas férias, a bolsa de estudos dos seus filhos, o recesso, a assistência jurídica, nada disso cai do céu ou vem de presente das escolas – isso é resultado da sua sindicalização. Sabe como funciona? Sabe por que o governo fica do lado das empresas e vive tentando restringir os sindicatos? A sindicalização é a garantia dos seus direitos!

 

Você deve procurar sua sindicalização, em legítima defesa dos seus interesses! *O sindicato oferece proteção*, direitos e benefícios – *e uma nova forma de benefício* foi criada pela Fepesp, na forma do *Educador+*, com cursos, livros, viagens e produtos com grandes descontos, serviços e atualização profissional. Quer saber como? *MINUTO FEPESP* *quarta-feira, 07/07*

 

Mesmo estando em férias – merecidas férias, depois da trabalheira de meses de ensino remoto nesta pandemia – professores e auxiliares devem ficar *de olho:* no Superior, pelo pagamento do *abono de 50% nesta terça*; na educação básica, no *andamento do dissídio*. *MINUTO FEPESP* *terça-feira, 06/07*

 

Em todo o Brasil o povo sai às ruas exigindo o fim desse governo inepto e inapto. Vai haver impeachment, com o Congresso que temos? O superpedido tem mais de 120 e tantas violações que justificam apear o genocida do poder. Mas para que isso aconteça vai ser necessária a união de todos, uma unidade forte de todos os progressistas. *MINUTO FEPESP* *segunda-feira, 05/07*

 

Educação Superior: na próxima terça-feira, dia 6, todos – professoras, professores e pessoal administrativo – devem receber seu abono ou PLR: 50% do seu salário bruto, de uma vez ou em duas parcelas. Resultado da campanha salarial, uma das mais duras e longas na história dos Sindicatos. Fique de olho no seu pagamento! *MINUTO FEPESP* *sexta-feira, 02/07*

 

Governo continua sua política negacionista de tapar os olhos, com a CPI da Covid confirmando que o numero de mortos na pandemia seria muito menor se houvesse imunização em grande escala e, agora, com tudo misturado a notícias de corrupção. Basta desse governo inepto, inapto e corrupto! *MINUTO FEPESP* *quarta-feira, 30/06*

 

Patronal da *Educação Básica* não negocia, não reconhece inflação, não vê que o mundo anda – e quer voltar para a convenção de 2018. Por isso nossa campanha salarial terá que ser *decidida na Justiça*. Nesta semana, os sindicatos integrantes da Fepesp entraram com pedido de dissídio coletivo no TRT. Veja aqui porquê, como funciona o processo de dissídio, e a importância de se manter mobilizado.

 

Novo presidente da Alesp aplica um cala-boca na Comissão de Educação e elimina deputado que há anos acompanha e defende as causas da Educação pública e privada. 

 

Bom dia – no minuto desta segunda, a morte do prefeito, a campanha salarial e a cavalgada de Bolsonaro – que decretou a volta dos marajás com o aumento de até 70% no salário de ministros, aspones e no dele mesmo, metendo a mão e quebrando a promessa de não estourar o orçamento

 

Pesquisa Datafolha desta semana mostra o ex-presidente Lula com grande vantagem na corrida por 2022 e leva a refletir sobre a oportunidade surrupiada em 2018. Sumiram com o candidato e deu nisso que deu, com grande prejuízo para o país.

 

Senhor governador, senhor secretario, mantenedores, donos de escola: tenham vergonha na cara, cumpram o que já decidiu e reafirmou a Justiça nesta terça mesmo, dia 11: não pode haver atividade presencial nas escolas durante o pior da pandemia

 

Enquanto o povo dá duro para tocar o seu dia a dia, enfrentando a pandemia, sem saber quando irá tomar alguma vacina, o presidente grita bravatas, aglomera, faz churrasco com carne de R$1.799 o quilo. É um escárnio, é uma ofensa aos que trabalham, é uma situação que deve ter fim!

 

Educação Básica: patronal quer fatiar reajuste em três partes, dar um tico de PLR e ainda voltar para a convenção de 2018? Não dá – e mais, a antecipação salarial deve ser de 6,29%, e não 3,15% como quer o Sieeesp.

 

Valeu a pressão no Senado, valeu a mobilização: o projeto de lei que obriga escola aberta mesmo na pandemia – o nefasto *PL 5595* – não vai poder ser votado a toque de caixa.

 

O grupo ‘Escolas Abertas’, formado por senhoras ligadas a escolas de elite de São Paulo, foi convidado pela Fepesp para uma live, para discutir por que defendem a abertura de escolas no pior momento da pandemia. Mas fugiram do debate. Querem passar projeto no Senado para forçar aulas presenciais mesmo com tanta gente adoecendo. Veja quem são e por que fazem lobby no governo, no parlamento e com os donos de escolas.

 

Agora não falta muito e não há motivo para apressar a reabertura das escolas e a volta do presencial antes que todos os profissionais de educação estejam vacinados.

 

Com 400 mil mortos e mais de 15 milhões de infectados pela Covid-19 no país o Senado quer votar lei para abrir escolas, obrigar professora a dar aula presencial na marra?

Mande sua mensagem para os senadores, para tirar da pauta esse projeto nefasto!
MARA GABRILLIsen.maragabrilli@senado.leg.br
ALEXANDRE GIORDANO (assumiu com a morte por Covid de Major Olimpio) – sen.giordano@senado.leg.br
JOSÉ SERRAsen.joseserra@senado.leg.br

 

Articulação no Senado *contra a PL 5595*: toda pressão está sendo feita para não colocar em votação às pressas o projeto que proíbe escola de fechar mesmo no pior da pandemia, proíbe professor de se manifestar. Mande mensagem para seu senador ou senadora: não vote hoje, vote contra o PL 5595!

 

Proteste! O PL 5595 já corre a toque de caixa do Senado. O que eles querem? Impedir de fechar a escola mesmo na pandemia, proibir o professor de se manifestar, e até acabar com nosso direito de greve. É outra lei da mordaça – diga não ao seu senador!

 

Estamos em Campanha Salarial: acordo fechado no Sesi/Senai, assembleia em pauta no Senac, rejeição de proposta patronal na Educação Básica e pressão no Ensino Superior. É hora importante da nossa mobilização!

 

As assembleias da Educação Básica rejeitaram a proposta patronal. Unanimidade em todos os 25 sindicatos, em todo o Estado! Ainda estamos prontos para negociar, mas se houver intransigência vamos à Justiça. A mobilização da campanha salarial 2021 continua!

 

Querem mandar professor para a escola como gado para o abate: *projeto de lei 5595*, aprovado na Câmara, usa pretexto de educação essencial *para impedir fechamento de escolas na pandemia.* Vai para votação no Senado e vamos à grita para derrubar essa lei.

 

Escola está convocando para atividade presencial? Denuncie! Todos os casos estão sendo encaminhados ao Ministério Público do Trabalho. A Justiça já decidiu que atividades presenciais, no pior da pandemia, estão proibidas – apesar do governo tentar causar confusão e desinformação. Se for convocado, procure logo seu sindicato!

 

Tem deputado querendo votar a toque de caixa projeto de lei que torna a educação ‘essencial’ – mas *essencial só no nome*, arriscando direito a saúde de educadores nesta pandemia e até nosso direito de manifestação. É o PL 5595 e é muito grave. Escreva ao seu deputado para rejeitar esse projeto de lei!

 

Campanha Salarial do Ensino Superior, quarta parte: ao final, o patronal manda carta aos sindicatos recusando reajustes e querendo alterar direitos consagrados há anos. *Desprezam seus profissionais, e acenam com defasagem de 11% nos salários.* A campanha continua – *agora, é hora de mobilização!*

 

Campanha Salarial do Ensino Superior, terceira parte: já no segundo semestre, patronal recusa aceitar mediação para resolver o impasse. Entenda o que é mediação.

Esta é a terceira de uma série em quatro partes sobre a negociação na campanha salarial do Ensino Superior. Veja o início da série aqui:
– parte 1, cadê o reajuste?: https://youtu.be/7op2DEoq4nc
– parte 2, garantimos acordo de dois anos: https://youtu.be/kDanbx8-q0I

 

Convenção coletiva do Ensino Superior: complicada pela pandemia, e com acordo quase alcançado, patronal cria dificuldades no final do ano, rejeita reajuste salarial pelo índice da inflação e sindicatos propõem mediação para resolver o impasse. E então … (veja o relato de Celso Napolitano nesta segunda parte sobre as negociações na campanha salarial do ensino superior).

 

Ensino Superior: negociamos com as mantenedoras desde antes das restrições da pandemia e, diante da situação de emergência, defendemos e mantivemos as garantias da convenção coletiva de trabalho. Mas o patronal emperrou a discussão do seu reajuste.

 

Saiba o ponto em que estamos na campanha salarial 2021 da Educação Básica neste minuto: o patronal tem o que decidir. A proposta de professores e auxiliares está na mesa, queremos defender nossos direitos e nossa vida, e manter o que o Tribunal decidiu no dissídio do ano passado. Não é pouco, depende da nossa mobilização. E de conquistar respeito, de escolas que brincam com a morte no pior momento da pandemia.

 

Temos que ficar alertas na questão da saúde pública e – também – na questão da política nacional, para evitar que o Estado Democrático de Direito seja golpeado de morte. Nunca mais seremos subjugados por uma ditadura!

 

No pior da crise do coronavírus, com pouca vacina, sem hospitais para todos, grupos de empresários, investidores e gente que só se preocupa em ganhar mais dinheiro resolve interferir em eleições, fustigar militares e achar uma ‘terceira via’ em disputa pela presidência. Eles querem comprar as eleições?

 

Uma a cada quatro mortes por covid no planeta ocorrem no Brasil. O governo federal nada articula, mas os governadores também tem responsabilidade por não ouvirem a ciência e decretarem medidas realmente restritivas – e agora vem chorar por auxílio emergencial? Hipócritas. O movimento sindical tem sido o único setor que sempre insistiu na luta contra o vírus e no auxílio aos desamparados nesta crise sanitária.

 

Governo decide priorizar vacinação de educadores no Estado de São Paulo a partir de 12 de abril. “Embora a notícia seja boa para a Educação, ainda não é o suficiente”, comenta Celso Napolitano na edição de hoje do boletim Minuto Fepesp. “Vamos continuar engajados, na luta, para que todas e todos sejam vacinados”, diz.

 

O voto da ministra Carmem Lucia no processo de suspeição do juiz de Curitiba encerra Março, o mês da Mulher, com grande destaque de atuação – e orgulha uma categoria onde as mulheres são 80% do corpo docente na Educação Básica, mais 50% no Ensino Superior. Parabéns, mulheres!

 

Fique alerta – há escolas querendo dar um nó no calendário dos feriados antecipados: não dá para compensar hoje feriado do ano que vem. Se convocar para o trabalho, o ônus é da escola e o dia trabalhado deve ser pago em dobro.

 

Prefeitura de São Paulo antecipa feriados para evitar circulação de pessoas – e como fica a vida do professor? Fique atento, se for convocado pela escola: trabalho no feriado deve pagar o seu dia em dobro!

 

Prefeitura de São Paulo antecipa feriados para evitar circulação de pessoas e confirma o que sempre defendemos: a paralisação de aulas presenciais é necessária para evitar circulação, aglomeração e contaminação. Mas esperar uma semana inteira para isso? E até lá, como evitar a covid?

 

 

Sesi/Senai: defesa de direitos deve preservar as cláusulas do acordo coletivo! E mais, por conta da pandemia: férias coletivas a partir de segunda, dia 24, com pagamento antecipado – mas insistindo que a outra metade das férias deve ser em julho. Campanha Salarial 2021

 

Patronal da Educação Básica quer voltar no tempo, aplicar direitos de 2018, esquecer que houve greve (justamente) em 2018 e dissídio em 2020. E faz de conta que não há covid, recusando discutir medidas de proteção a professores e funcionários. Fique alerta e saiba tudo cobre a negociação da campanha salarial 2021

 

Convida médica para ministério, é recusado, faz de conta que não convidou, tira do bolso médico amigo… não é nesse circo que teremos nossos direitos protegidos.

 

Nesta semana voltamos às negociações da Campanha Salarial 2021, com a Educação Básica e o Sesi/Senai. Uma semana dura, na pior fase da pandemia e com um decreto dúbio do governo. Em nosso caso, temos a decisão judicial que proíbe aulas presenciais – e as escolas serão responsabilizadas se não cumprirem a sentença!

 

Governo fecha escolas públicas, dá carta branca para escolas particulares abrirem na pandemia e o secretário da Educação confessa que só conversa com donos de escola.

 

Decisão de Justiça não se discute – cumpre-se

Algumas escolas e mantenedoras estão procurando confundir e descumprir, de forma desonesta, a sentença da juíza Simone Casoretti que barra aulas presenciais na pandemia. Mas escolas estão proibidas de convocar professoras e professores para aulas presenciais. E ponto!

 

Hoje, quarta-feira, 10 de março, Celso Napolitano explica que decisão da Justiça em barrar aulas presenciais vale para todos, não apenas filiados ou sindicalizados. E atenção: denuncie ao seu sindicato qualquer tentativa da escola em descumprir a decisão da Justiça!

 

NEGOCIAÇÕES – Celso Napolitano discute as rodadas de negociação com o patronal no Sesi/Senai e na Educação Básica na terça-feira, 09/03, na edição do dia do Minuto Fepesp. Veja abaixo:

 

De todo o contingente de profissionais de educação no Estado de São Paulo, 80% são mulheres. Entre nossos sindicatos integrantes, são muitas que tem destaque na representação de professores, professoras e auxiliares de administração escolar. Neste 8 de março, a palavra está com elas

 

“Que tipo de gente quer as escolas abertas no auge da pandemia?”
Essa é a pergunta Celso Napolitano neste Minuto Fepesp. “Que espécies de ‘educadores’ são vocês que arriscam a vida dos efetivamente educadores, dos profissionais da educação, das crianças?”
E mais: “É hora da sociedade se voltar contra essas pessoas e exigir que as escolas permaneçam fechadas, pela preservação da vida, por um futuro para este país”.

 

Pandemia na pior fase de contaminação, 1.900 mortos em um dia, SP em fase vermelha… e as escolas ficam abertas? Vai quem quer, sem orientar para a gravidade da situação e mantendo professores, profissionais da Educação expostos ao vírus? “Lamentável, governador, lamentável!”, denuncia Celso Napolitano neste recado.
Quinta-feira, 04 de março

 

Nesta quarta, 03/03: Patronal da Educação Básica quer regredir no tempo, esconder dissídio e voltar à convenção coletiva de… 2018! Um relato da primeira rodada de negociações na Campanha Salarial 2021 – e nossa primeira reivindicação é o fechamento das escolas e a volta ao ensino remoto, para proteção contra a fúria descontrolada do coronavírus.

 

Informativo em videoclipe, direto, sintético, no ponto, no seu PC, notebook, tablet ou celular. Assista AGORA o Minuto Fepesp de estreia, edição de terça-feira, 02 de março.

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