24/08/2026

Para combater o avanço do assédio, da discriminação e da censura no ambiente de ensino, o Sinpro Santos e Região destaca o lançamento da segunda edição da cartilha “Assédio Moral, Sexual e Outras Violências no Trabalho” pelo SinproSP. O documento reúne orientações essenciais para ajudar professoras e professores a identificar abusos na rotina escolar, produzir provas adequadas e acessar os canais de denúncia e suporte jurídico do sindicato.

Comprometido com a defesa dos direitos da categoria e como parte da sua luta histórica por um ambiente de trabalho digno e saudável, o SinproSP lançou a segunda edição da cartilha “Assédio Moral, Sexual e Outras Violências no Trabalho”.

O assédio e a discriminação no ambiente de trabalho — em suas diversas manifestações — continuam sendo problemas profundos em nossa sociedade e, infelizmente, mantêm-se presentes nas instituições de ensino.

Para professoras e professores, as formas de violência surgem em frentes cada vez mais complexas: no autoritarismo da gestão, nas pressões de pais e responsáveis, no convívio diário com colegas e em episódios de desrespeito em sala de aula.

As múltiplas faces da vulnerabilidade docente

A rotina nas escolas e universidades expõe a categoria a cenários recorrentes de vulnerabilidade que afetam a saúde física e mental dos educadores:

  • Assédio Moral: Sobrecarga sistemática de tarefas, cobranças abusivas, desqualificação pública da prática pedagógica, alteração arbitrária de horários e isolamento do docente.
  • Assédio Sexual: Abordagens inadequadas, cantadas, chantagens ou intimidações que violam a intimidade e a dignidade da professora ou do professor.
  • Censura e Vigilância: Constrangimentos à liberdade de cátedra, perseguição ideológica, exposições indevidas em redes sociais e gravações não autorizadas de aulas.
  • Discriminação e Intolerância: Práticas de racismo, misoginia, LGBTfobia, capacitismo e etarismo vindas de superiores, alunos ou famílias.

Informação e acolhimento: o papel do sindicato

Garantir um ambiente de trabalho saudável e livre de violências é um dever legal das instituições e um direito inegociável da categoria. O silêncio e o medo tendem a perpetuar o ciclo de abusos; por isso, o combate ao assédio exige informação, documentação adequada dos fatos e respaldo jurídico e emocional.

A nova edição da cartilha Assédio Moral, Sexual e Outras Violências no Trabalho” reúne orientações fundamentais para ajudar na identificação das infrações, instruir sobre como produzir provas e apontar os canais adequados de denúncia e acolhimento.

👉 [Acesse e baixe a cartilha completa aqui]