03/03/2021

MINUTO FEPESP

Patronal da *Educação Básica* não negocia, não reconhece inflação, não vê que o mundo anda – e quer voltar para a convenção de 2018. Por isso nossa campanha salarial terá que ser *decidida na Justiça*. Nesta semana, os sindicatos integrantes da Fepesp entraram com pedido de dissídio coletivo no TRT. Veja aqui porquê, como funciona o processo de dissídio, e a importância de se manter mobilizado.

 

Novo presidente da Alesp aplica um cala-boca na Comissão de Educação e elimina deputado que há anos acompanha e defende as causas da Educação pública e privada. 

 

Bom dia – no minuto desta segunda, a morte do prefeito, a campanha salarial e a cavalgada de Bolsonaro – que decretou a volta dos marajás com o aumento de até 70% no salário de ministros, aspones e no dele mesmo, metendo a mão e quebrando a promessa de não estourar o orçamento

 

Pesquisa Datafolha desta semana mostra o ex-presidente Lula com grande vantagem na corrida por 2022 e leva a refletir sobre a oportunidade surrupiada em 2018. Sumiram com o candidato e deu nisso que deu, com grande prejuízo para o país.

 

Senhor governador, senhor secretario, mantenedores, donos de escola: tenham vergonha na cara, cumpram o que já decidiu e reafirmou a Justiça nesta terça mesmo, dia 11: não pode haver atividade presencial nas escolas durante o pior da pandemia

 

Enquanto o povo dá duro para tocar o seu dia a dia, enfrentando a pandemia, sem saber quando irá tomar alguma vacina, o presidente grita bravatas, aglomera, faz churrasco com carne de R$1.799 o quilo. É um escárnio, é uma ofensa aos que trabalham, é uma situação que deve ter fim!

 

Educação Básica: patronal quer fatiar reajuste em três partes, dar um tico de PLR e ainda voltar para a convenção de 2018? Não dá – e mais, a antecipação salarial deve ser de 6,29%, e não 3,15% como quer o Sieeesp.

 

Valeu a pressão no Senado, valeu a mobilização: o projeto de lei que obriga escola aberta mesmo na pandemia – o nefasto *PL 5595* – não vai poder ser votado a toque de caixa.

 

O grupo ‘Escolas Abertas’, formado por senhoras ligadas a escolas de elite de São Paulo, foi convidado pela Fepesp para uma live, para discutir por que defendem a abertura de escolas no pior momento da pandemia. Mas fugiram do debate. Querem passar projeto no Senado para forçar aulas presenciais mesmo com tanta gente adoecendo. Veja quem são e por que fazem lobby no governo, no parlamento e com os donos de escolas.

 

Agora não falta muito e não há motivo para apressar a reabertura das escolas e a volta do presencial antes que todos os profissionais de educação estejam vacinados.

 

Com 400 mil mortos e mais de 15 milhões de infectados pela Covid-19 no país o Senado quer votar lei para abrir escolas, obrigar professora a dar aula presencial na marra?

Mande sua mensagem para os senadores, para tirar da pauta esse projeto nefasto!
MARA GABRILLIsen.maragabrilli@senado.leg.br
ALEXANDRE GIORDANO (assumiu com a morte por Covid de Major Olimpio) – sen.giordano@senado.leg.br
JOSÉ SERRAsen.joseserra@senado.leg.br

 

Articulação no Senado *contra a PL 5595*: toda pressão está sendo feita para não colocar em votação às pressas o projeto que proíbe escola de fechar mesmo no pior da pandemia, proíbe professor de se manifestar. Mande mensagem para seu senador ou senadora: não vote hoje, vote contra o PL 5595!

 

Proteste! O PL 5595 já corre a toque de caixa do Senado. O que eles querem? Impedir de fechar a escola mesmo na pandemia, proibir o professor de se manifestar, e até acabar com nosso direito de greve. É outra lei da mordaça – diga não ao seu senador!

 

Estamos em Campanha Salarial: acordo fechado no Sesi/Senai, assembleia em pauta no Senac, rejeição de proposta patronal na Educação Básica e pressão no Ensino Superior. É hora importante da nossa mobilização!

 

As assembleias da Educação Básica rejeitaram a proposta patronal. Unanimidade em todos os 25 sindicatos, em todo o Estado! Ainda estamos prontos para negociar, mas se houver intransigência vamos à Justiça. A mobilização da campanha salarial 2021 continua!

 

Querem mandar professor para a escola como gado para o abate: *projeto de lei 5595*, aprovado na Câmara, usa pretexto de educação essencial *para impedir fechamento de escolas na pandemia.* Vai para votação no Senado e vamos à grita para derrubar essa lei.

 

Escola está convocando para atividade presencial? Denuncie! Todos os casos estão sendo encaminhados ao Ministério Público do Trabalho. A Justiça já decidiu que atividades presenciais, no pior da pandemia, estão proibidas – apesar do governo tentar causar confusão e desinformação. Se for convocado, procure logo seu sindicato!

 

Tem deputado querendo votar a toque de caixa projeto de lei que torna a educação ‘essencial’ – mas *essencial só no nome*, arriscando direito a saúde de educadores nesta pandemia e até nosso direito de manifestação. É o PL 5595 e é muito grave. Escreva ao seu deputado para rejeitar esse projeto de lei!

 

Campanha Salarial do Ensino Superior, quarta parte: ao final, o patronal manda carta aos sindicatos recusando reajustes e querendo alterar direitos consagrados há anos. *Desprezam seus profissionais, e acenam com defasagem de 11% nos salários.* A campanha continua – *agora, é hora de mobilização!*

 

Campanha Salarial do Ensino Superior, terceira parte: já no segundo semestre, patronal recusa aceitar mediação para resolver o impasse. Entenda o que é mediação.

Esta é a terceira de uma série em quatro partes sobre a negociação na campanha salarial do Ensino Superior. Veja o início da série aqui:
– parte 1, cadê o reajuste?: https://youtu.be/7op2DEoq4nc
– parte 2, garantimos acordo de dois anos: https://youtu.be/kDanbx8-q0I

 

Convenção coletiva do Ensino Superior: complicada pela pandemia, e com acordo quase alcançado, patronal cria dificuldades no final do ano, rejeita reajuste salarial pelo índice da inflação e sindicatos propõem mediação para resolver o impasse. E então … (veja o relato de Celso Napolitano nesta segunda parte sobre as negociações na campanha salarial do ensino superior).

 

Ensino Superior: negociamos com as mantenedoras desde antes das restrições da pandemia e, diante da situação de emergência, defendemos e mantivemos as garantias da convenção coletiva de trabalho. Mas o patronal emperrou a discussão do seu reajuste.

 

Saiba o ponto em que estamos na campanha salarial 2021 da Educação Básica neste minuto: o patronal tem o que decidir. A proposta de professores e auxiliares está na mesa, queremos defender nossos direitos e nossa vida, e manter o que o Tribunal decidiu no dissídio do ano passado. Não é pouco, depende da nossa mobilização. E de conquistar respeito, de escolas que brincam com a morte no pior momento da pandemia.

 

Temos que ficar alertas na questão da saúde pública e – também – na questão da política nacional, para evitar que o Estado Democrático de Direito seja golpeado de morte. Nunca mais seremos subjugados por uma ditadura!

 

No pior da crise do coronavírus, com pouca vacina, sem hospitais para todos, grupos de empresários, investidores e gente que só se preocupa em ganhar mais dinheiro resolve interferir em eleições, fustigar militares e achar uma ‘terceira via’ em disputa pela presidência. Eles querem comprar as eleições?

 

Uma a cada quatro mortes por covid no planeta ocorrem no Brasil. O governo federal nada articula, mas os governadores também tem responsabilidade por não ouvirem a ciência e decretarem medidas realmente restritivas – e agora vem chorar por auxílio emergencial? Hipócritas. O movimento sindical tem sido o único setor que sempre insistiu na luta contra o vírus e no auxílio aos desamparados nesta crise sanitária.

 

Governo decide priorizar vacinação de educadores no Estado de São Paulo a partir de 12 de abril. “Embora a notícia seja boa para a Educação, ainda não é o suficiente”, comenta Celso Napolitano na edição de hoje do boletim Minuto Fepesp. “Vamos continuar engajados, na luta, para que todas e todos sejam vacinados”, diz.

 

O voto da ministra Carmem Lucia no processo de suspeição do juiz de Curitiba encerra Março, o mês da Mulher, com grande destaque de atuação – e orgulha uma categoria onde as mulheres são 80% do corpo docente na Educação Básica, mais 50% no Ensino Superior. Parabéns, mulheres!

 

Fique alerta – há escolas querendo dar um nó no calendário dos feriados antecipados: não dá para compensar hoje feriado do ano que vem. Se convocar para o trabalho, o ônus é da escola e o dia trabalhado deve ser pago em dobro.

 

Prefeitura de São Paulo antecipa feriados para evitar circulação de pessoas – e como fica a vida do professor? Fique atento, se for convocado pela escola: trabalho no feriado deve pagar o seu dia em dobro!

 

Prefeitura de São Paulo antecipa feriados para evitar circulação de pessoas e confirma o que sempre defendemos: a paralisação de aulas presenciais é necessária para evitar circulação, aglomeração e contaminação. Mas esperar uma semana inteira para isso? E até lá, como evitar a covid?

 

 

Sesi/Senai: defesa de direitos deve preservar as cláusulas do acordo coletivo! E mais, por conta da pandemia: férias coletivas a partir de segunda, dia 24, com pagamento antecipado – mas insistindo que a outra metade das férias deve ser em julho. Campanha Salarial 2021

 

Patronal da Educação Básica quer voltar no tempo, aplicar direitos de 2018, esquecer que houve greve (justamente) em 2018 e dissídio em 2020. E faz de conta que não há covid, recusando discutir medidas de proteção a professores e funcionários. Fique alerta e saiba tudo cobre a negociação da campanha salarial 2021

 

Convida médica para ministério, é recusado, faz de conta que não convidou, tira do bolso médico amigo… não é nesse circo que teremos nossos direitos protegidos.

 

Nesta semana voltamos às negociações da Campanha Salarial 2021, com a Educação Básica e o Sesi/Senai. Uma semana dura, na pior fase da pandemia e com um decreto dúbio do governo. Em nosso caso, temos a decisão judicial que proíbe aulas presenciais – e as escolas serão responsabilizadas se não cumprirem a sentença!

 

Governo fecha escolas públicas, dá carta branca para escolas particulares abrirem na pandemia e o secretário da Educação confessa que só conversa com donos de escola.

 

Decisão de Justiça não se discute – cumpre-se

Algumas escolas e mantenedoras estão procurando confundir e descumprir, de forma desonesta, a sentença da juíza Simone Casoretti que barra aulas presenciais na pandemia. Mas escolas estão proibidas de convocar professoras e professores para aulas presenciais. E ponto!

 

Hoje, quarta-feira, 10 de março, Celso Napolitano explica que decisão da Justiça em barrar aulas presenciais vale para todos, não apenas filiados ou sindicalizados. E atenção: denuncie ao seu sindicato qualquer tentativa da escola em descumprir a decisão da Justiça!

 

NEGOCIAÇÕES – Celso Napolitano discute as rodadas de negociação com o patronal no Sesi/Senai e na Educação Básica na terça-feira, 09/03, na edição do dia do Minuto Fepesp. Veja abaixo:

 

De todo o contingente de profissionais de educação no Estado de São Paulo, 80% são mulheres. Entre nossos sindicatos integrantes, são muitas que tem destaque na representação de professores, professoras e auxiliares de administração escolar. Neste 8 de março, a palavra está com elas

 

“Que tipo de gente quer as escolas abertas no auge da pandemia?”
Essa é a pergunta Celso Napolitano neste Minuto Fepesp. “Que espécies de ‘educadores’ são vocês que arriscam a vida dos efetivamente educadores, dos profissionais da educação, das crianças?”
E mais: “É hora da sociedade se voltar contra essas pessoas e exigir que as escolas permaneçam fechadas, pela preservação da vida, por um futuro para este país”.

 

Pandemia na pior fase de contaminação, 1.900 mortos em um dia, SP em fase vermelha… e as escolas ficam abertas? Vai quem quer, sem orientar para a gravidade da situação e mantendo professores, profissionais da Educação expostos ao vírus? “Lamentável, governador, lamentável!”, denuncia Celso Napolitano neste recado.
Quinta-feira, 04 de março

 

Nesta quarta, 03/03: Patronal da Educação Básica quer regredir no tempo, esconder dissídio e voltar à convenção coletiva de… 2018! Um relato da primeira rodada de negociações na Campanha Salarial 2021 – e nossa primeira reivindicação é o fechamento das escolas e a volta ao ensino remoto, para proteção contra a fúria descontrolada do coronavírus.

 

Informativo em videoclipe, direto, sintético, no ponto, no seu PC, notebook, tablet ou celular. Assista AGORA o Minuto Fepesp de estreia, edição de terça-feira, 02 de março.

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